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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

PRA FRENTE COM TUDO (poema)

Pra frente, com tudo - Raul Franco

Já sei qual é a jogada.
Agora é ir pro combate.
Ler e ouvir Chico Buarque.
Aplaudir e sentir Fernanda Montenegro,
essa estonteante atriz.
Resgatar Paulo Freire
com o coração aprendiz.
Rejeitar carvalhos de intelectualidade duvidosa.
Lutar contra canhões, portando uma rosa.
Vamos ouvir Beatles e ser rock'in'roll.
Já que Alvim chegou ao fim, brindemos: tim-tim.
E vamos dar um giro na Terra redonda.
Ouvir "pirralhas" pelo mundo.
Vamos ver mais teatro e aplaudir o nosso cinema "macunaímico" que resiste, resiste, resiste.
Ah, tem Democracia em Vertigem! Tu viste?
Eu vi e torço que vença "Melhor Documentário" e que o Oscar seja entregue por Leonardo DiCaprio.
E depois esperar o silêncio dos "homens de bem".
E por fim, vamos engolir livros e mais livros. Todos e mais uns cem.
E se os tapados de agora nos perseguem, vamos nos esconder em bibliotecas.
Eles tem pavor e alergia a esse objeto cheio de coisas que liberta a mente dos que jamais serão oprimidos.
Lutemos por liberdade.
E que ela seja o comprimido
de todo nosso bem estar.
A hora é essa!
Saia do seu lugar e aprenda a bater sem machucar.
Isso, com certeza, será "impreCionante".
Então, bora impressionar?


quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Uma matéria sobre Raul Franco (publicada em 2011)

Passeando pela Internet, pesquisando algumas matérias sobre meu trabalho, encontrei esta matéria bem legal. Ela foi feita publicada no Jornal O Popular. Acho que nunca tinha lido.

https://www.opopular.com.br/noticias/magazine/perfil-1.4485










sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

O tapa do Papa na mão da chata




O TAPA DO PAPA NA MÃO DA CHATA - Raul Franco

O tapa do Papa na mão da chata
deixou muita gente indignada
“Como ele fez isso?” 
“Este Papa não é santo!
Santo é Chico Xavier”
Depois do tapa
muita gente perdeu a fé

Incrédulos condenam
o tapa do Papa na mão da chata
Fiéis estão indignados
Os mesmos que destratam pessoas
no dia a dia
Tanta gente bizarra dizendo
que desconfia deste Papa
E que vale mais O Padre Marcelo Rossi
“Este sim é humano”, alguém brada
Jorge Lafond não teria a mesma opinião
Então, pecadores e difamadores
condenam o tapa do Papa
É preciso mesmo ter alguém 
em quem se jogar pedras
Mesmo que este alguém seja o Papa
Mesmo que ele seja humano na dor

O presidente faz arminha com a mão
E muita gente o exalta
Mas o Papa não pode dar tapa
“Ele não”, protesta a beata

Agora ele não vale nada
O tapa do papa equivale a um golpe de vale tudo
E ainda veem ódio na sua expressão
Como se as pessoas nunca tivessem sentido
incômodo ao serem molestadas
de maneira bruta
Mas se a onda é ser incoerente
condena-se o tapa do Papa
como forma de ver no outro
aquilo que habita em todos:
o humano que vez ou outra aparece
mesmo que instintivamente

O que querem é a polêmica
pra ter o que falar na hora do café
Misturam rivotril com religião e pouca fé
e vomitam a hipocrisia cotidiana
juntamente com suas vidas desumanas

E quase posso ver, nas entrelinhas do discurso,
uma carta de alguém que é desse grupo
de inquisidores
Ela diria mais ou menos isso:

“Ei, Papa, você perdeu o controle
E eu te condeno
Pois assim me sinto superior,
escondendo a minha dor
Pois o senhor é o representante
de Deus na Terra
Enquanto eu sou o contraditório,
o estúpido que só berra
para chamar a atenção
Já que pouco aprendi sobre religião
Mas sei tudo sobre condenação
E te condeno sim, de todo o meu coração...
Com amor, eu, aquele que agora
se diz homem de bem

Amém”

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Campanha de Financiamento Coletivo




JUNTOS PARA SEMPRE - O SEGUNDO LIVRO DA TRILOGIA DO AMOR

Em tempos obscuros, apostar em cultura ainda é a melhor arma! Investir em livros é como abrir a mente para o sonho, para a reflexão. Por isso, depois de fazer o lançamento no ano passado do primeiro livro da Trilogia do Amor, "Enfim, separados!", tomei fôlego para investir em um novo projeto que nasceu dessa vontade de contar mais uma história de amor de um modo especial: através de fragmentos, e, sob olhar atento do leitor, os fragmentos serão uma espécie de mosaico emocional. Assim naceu o "Juntos para sempre", o segundo livro desta trilogia. E é também parte de um processo criativo da minha nova peça que pretendo lançar também neste ano de 2018.
E por que coloborar com este projeto? É uma forma de incentivar essa produção literária que pede passagem e pretende dar ao leitor esses momentos de esperança, de contato com o lúdico e com sentimentos tão vitais ao ser humano. Estou convidando  o leitor a conhecer a minha literatura e, em especial, conhecer os protagonistas que norteiam esta história: o escritor Caio e a fotógrafa Clarice.
O livro teve um lançamento em maio em Belém e foi muito bem recebido por todos. Esta campanha visa poder dar continuidade a divulgação do livro para que mais pessoas possam ter acesso a ele, que é uma autopublicação, onde o autor é responsável por cada etapa do projeto. 
Colabore! Temos diversos valores (escolha também o valor que você deseja investir no projeto) e você pode ter em mãos o "Juntos para sermpre" somente ou acompanhado do "Enfim, separados!". Seja parceiro nesta campanha! 
Conto com vocês!


Vídeo da campanha

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Como ter o seu próprio livro? Como se autopublicar?



Quando a gente começa a escrever, obviamente, logo a gente pensa em reunir tudo em um livro e lançá-lo para que, assim, o leitor tenha acesso a sua obra.

Li uma vez algo curioso, que dizia que quando a pessoa pensa em escrever um livro, ela, imediatamente, pensa em um romance, mas ela acha bem complicado. Aí ela parte pro conto, pensando que pode dar conta (olha o trocadilho infame!). Por fim, ela vai para o poema, acreditando ser o gênero mais fácil - o que é um ledo engano. O poema é um dos gêneros mais difíceis, é o poder da síntese de ideias e emoções.

Escrever é antes de mais nada, cortar palavras - já dizia Drummond. E antes de pensar em ter um estilo, comece por ter estilho nenhum - isso quem disse, se não me engano, foi Vinícius de Moraes.

O que importa mesmo é que escrever é um exercício diário. Quando mais você escreve, mais você vai entendendo o seu processo, a sua forma de ver o mundo. E escrever pode ser tudo, algo como uma terapia também. A escrita tem esse poder libertador - é como lançar no papel tudo que nos habita e muitas vezes nem nos damos conta.

Eu lancei o meu primeiro livro aos 22 anos. Era um livro de poemas, intitulado Cicatrizes, e reunia basicamente o que eu havia escrito nos últimos 4 anos, enquanto eu frequentava o curso de Ciências Sociais. Mas, antes mesmo, eu havia feito um livro todo na máquina de escrever, a que eu dei o nome de Acumulações de Perturbações Poéticas - e tinha uns cortes, umas colagens, umas coisas escritas com canetinha. E, de posse deste livro, foi a primeira vez que fui conversar com uma amiga da minha mãe que era era uma consultora de uma editora. Ela lançava livros direto e me deu boas dicas. Eu devia ter uns 19 anos. Logo depois, aos 20, minha mãe comprou um computador da IBM, um moderno 486 (isso no ano de 1994). Quando comecei a produzir no computador, fiquei louco. Aquilo já tinha cara de arte final. Deu-me um entusiasmo profundo. Tanto que em 1995, fiz um livro inteiro no Paintbrush - porque também dava pra criar uns desenhinhos - que se chamou Indecências. Também de poemas. E eu imprimi, cortei no formato que eu queria e fui até um lugar para encadernar. Fiz uma porção. Aquilo era uma reinvenção dos poetas marginais da década de 70, que faziam os seus livros no mimeógrafo e vendiam em bares. Eu fiz os meus assim e vendi para muitos colegas e parentes. Foi uma experiência boa, que me ajudou a circular a minha obra.

Depois comecei a escrever para o jornal da minha Universidade - UNAMA, em Belém do Pará -, muitos poemas, crônicas e artigos. E vi o resultado do que achavam, através de feedbacks bem interessantes pelos corredores da Universidade - uma época sem redes sociais ainda. Eu era abordado ali e recebi muitos comentários e troca de ideias fantásticas.

Então, pra encerrar o meu tempo na Universidade, recorri a mesma para conseguir patrocínio para o meu livro, Cicatrizes. E consegui. Ele foi lançado lindamente em um dezembro de 1996 (e terá uma reedição em breve, comemorativa de 20 anos).

Depois disso, muita coisa mudou. Eu vim morar no Rio de Janeiro. Investi na minha carreira de ator. Continuei escrevendo como nunca. Cheguei a fazer mais dois livros, um de poemas e outros de crônicas, mas não cheguei a lança-los. Porque também eu já escrevia minhas peças teatrais e tinha uma resposta imediata, já que elas eram levadas ao palco. Assim foi com Casal Consumo; Todo mundo amplia a paranoia que cria; Sexo grátis, amor a combinar; Quando o amor é um pastel de carne para corações vegetarianos e Crônicas do amor mal amado, dentre outras.

Fiz também muito stand up, escrevendo os meus próprios textos e roteiros pra TV, youtube e cinema.

Só em 2015, retomando um dos arquivos do meu computador, vi que tinha uma ideia de livro interessante nele. Comecei a mexer novamente naquilo e nasceu o Enfim, separados - tudo a ver também, porque eu havia acabado de me separar. Poderia me amparar na literatura também, como forma de dar um respiro n'alma.

Pesquisei, então, diversas formas de publicar. Cheguei até a Amazon, uma plataforma bem interessante. E pensei em um livro digital. Por isso, estudei como era o mercado de livros digitais no Brasil, os famosos e-Books. E achei que poderia ser algo interessante. Lancei alguns contos por lá, como teste. Mas ainda não sabia direito como funcionava a plataforma.

Só neste ano que fui retomar tudo e ver mesmo como lançaria o livro. Aí volto a Amazon e vejo que tem também como se fazer o livro físico - só que este é só em plataformas do Japão, EUA, França, e outros países. No Brasil ainda não tem. Então, formatei o livro inteiro, criando o sumário, a diagramação, escolhendo as fotos que o ilustrariam, fazendo capa. Segui, assim, o processo ideológico do autor que se autopublica - uma nova tendência.

Deixei o livro lá na Amazon pra ver o que acontecia. Fiz algumas promoções por lá, divulguei nas redes sociais. Isso por volta de julho. Até que vi que 51 pessoas haviam baixado o livro digital. Isso me deixou feliz, mesmo querendo ver o lance do livro físico, porque parece que o digital você não tem muito aquele contato tão precioso que se tem com um livro físico.

Mas aí, vem o melhor. Uma amiga dos Estados Unidos acessou o site da Amazon de lá e comprou o livro físico. E fez um vídeo onde me mostrou o seu marido folheando o livro, com a legenda: "Não é foto não, hein? É o livro em mãos". Aí deu aquela emoção. Ver que o livro realmente existia.

Eu já tinha um show de humor marcado em Belém do Pará para começo de agosto. E como postei nas redes sociais sobre o novo livro, além de ter feito algumas lives, as pessoas começavam a me perguntar por ele. Então, resolvi fazer uma pequena tiragem para levar para Belém e vender por lá. Foi aí que encomendei 30 livros apenas. E os vendi no show. Todos! Foi bem legal. Deu uma certa injeção de ânimo. Ainda pude dar uma entrevista em um programa local, Sem Censura Pará, e falei sobre os processos da autopublicação, bem como o financiamento coletivo para conseguir viabilizar sonhos que poderiam morrer nas gavetas. Saíram duas matérias incríveis em jornais de grande circulação, além de diversas notas.

Ou seja, o livro é uma realidade. Quem quiser conversar mais sobre isso, sobre como se autopublicar, tirar dúvidas, dar sugestões, este é meu e-mail : raulfranconeto@gmail.com.

E também fiz uma campanha de financiamento coletivo que está há vinte dias do fim, como forma de viabilizar mais uma tiragem do livro, e ainda vou estudar novas propostas.

Link para a campanha - https://www.kickante.com.br/campanhas/livro-enfim-separados-de-raul-franco

Colabore, participe, compartilhe, VIABILIZE SONHOS.

Obrigado, Raul Franco.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Desconstruindo Lobão



Hoje vi alguém compartilhar esta matéria de julho, do site Correio do Poder, onde Lobão fala que quem defende Lula "está abaixo da linha de demência".

O link é esse: http://www.correiodopoder.com/2017/07/lobao-causa-polemica-ao-dizer-que-quem.html

Como todos sabemos, Lobão vive de polêmicas, não é mesmo? Adora falar o que bem quiser, e acusar a todos de tudo, como se o único gênio que ainda existe neste mundo é ele, o sempre lobo solitário.

Mas vamos lá para algumas considerações - algo que eu queria fazer há algum tempo e pego esse assumto para dissertar sobre.

O Lobão pode falar o que quiser, de quem quiser. Mas, sinceramente, o Lobão é o sujeito mais contraditório do planeta, que vive de alguns vacilos, respaldados em uma retórica admirável de quem consumiu alguns livros.

Mas, cara, o Lobão já cantou na Globo, em pleno dia de votação pra presidente, e dentro de um refrão da música dele, mandou: "Quem vai votar/ É Lula lá". O cara apoiou Lula, fez campanha pra ele em dia de votação, quando não é permitido, muito menos na TV - uma irresponsável boca de urna, um verdadeiro delito eleitoral! Agora execra o Lula e o PT. Beleza!

Lobão era o cara que menos queria ser associado aos anos 80. Rejeitava o rótulo de roqueiro. Falava mal, principalmente, do rock dos anos 80. Aí, foi convidado para fazer um livro e resolveu fazer o dever de casa, ouvindo os discos dos anos 80 que ele disse que nunca ouviu. E acabou fazendo um livro onde elogia os artistas da sua geração e agora está gravando um disco, fazendo uma releitura de alguns clássicos dos anos 80.

Em seu primeiro livro autobiográfico, falou mal de Herbert Vianna, acusando-o de o plagiá-lo e apresentou algumas coincidências. Muitos artistas saíram a favor de Herbert, como Thedy Corrêa e Leoni.

E agora, o "grande" Lobo gravou a canção Lanterna dos Afogados. De quem? De Herbert Vianna. Obrigado e boa tarde, né?

Então, quem pega esse discurso para alimentar também o seu ódio por Lula e PT, é de uma puerilidade sem tamanho.

Ah, recordo que o próprio Lobo disse que sairia do país caso Dilma fosse reeleita. E ela foi. E Lobão não deixou o país, como prometido. Ou seja, Lobão é um divertimento para pessoas meio que bitoladas que desconhecem o seu passado.

E nesta matéria eu vejo uma foto de Lobão e Tico Santa Cruz. Aliás, não ouço uma canção boa do Tico, acho, há uns 15 anos.

Enquanto isso, Herbert lançou um disco novo com os Paralamas com músicas bem legais - recomendo! Sinais do Sim.

Enfim, foi o meu desabafo. Acho que ainda farei um vídeo, intitulado DESCONSTRUINDO LOBÃO.

E vale duas ressalvas: Não sou defensor de Lula e já fui muito fã de Lobão. Só pra saberem.

Lobão, meu querido, não queria detoná-lo, mas agora foi maior que eu!

Com amor,

Raul Franco

domingo, 24 de setembro de 2017

Resumo do Rock in Rio

Resumo do Rock in Rio 2017:

A primeira noite foi pulsante. Ivete empolgou. Carismática até a alma. Fechou bem com Maroon 5.

Segundo dia.

Rael e Elza Soares me empolgaram no palco Sunset. Elza é um fenômeno da natureza!

Miguel convida Emicida - foi incrível. O som do cara é muito bom.

Palco Mundo abre com Skank - show legal, empolgante. Não sou fã do Skank mas achei bem interessante.

Shawn Mendes mostrou a força da juventude com talento. Gostei.

Fergie - é o tipo do show que eu digo MUITO BARULHO POR NADA. Ainda chamou a Pabllo Vittar que conheci neste festival. É, bem... Melhor nem falar. Quando se trata de lacre, fica só no lacre mesmo.

Marron Five fechou novamente. Empolante. Ainda bem que tiraram Garota de Ipanema. Foi legal a homenagem no primeiro dia, mas ficou estranha.

Domingo, 17/09

Vamos falar sério agora?

Nile Rodgers lacrou a porra toda! Foda-se!
Frejat arrebentou com um show pulsante.
Walk the Monn muito bom. Mãos pro alto, alegria e energia.
Alicia Keys - correta e deslumbrante.
Justin Timberlake - show pop da melhor qualidade.

Segunda semana!!!

Esqueça tudo que foi visto antes.

Scalene - de Brasília para o mundo. Banda legal. Sons interessantes e o vocalista canta bem.

Fall Out Boy - amei num grau.

Deff Leppard - foi bom ver. Um heavy com uma pegada brega.

Aerosmith - incrivelmente fodástico.

Sexta-feira, 22/09

Teve Ney e Nação Zumbi - nota 7.

O palco Mundo abriu com Jota Quest - Ok... Vamos ao que interessa.

Alter Bridge - Muito legal.

Tears For Fears - um show muito legal e interessante.

Bon Jovi - Dormi durante. Achei chato!

Sábado, 23/09.

Teve Bomba Estéreo no Palco Sunset - uma bomba.

Mas teve depois Cello Green + Iza - fodástico.

O palco mundo abriu com Titãs - show incrível com um desfile de energia e hits - muito bom.

Incubus - banda bem legal com uma pegada rock interessante.

The Who - um show incrivelmente emocional.

Guns N' Roses - Achei foda. Slash brilhou como um cão. Dane-se quem falou da voz de Axl. Show de 3h49.

Última noite.

Sepultura no palco Sunset. Só assim pra eu ver Família Lima. Show incrível!!!

Capital Inicia abriu o palco mundo. Legal. O bom que Dinho discursou pouco (detesto quando ele fala).

The Offspring - fui ao supermercado. Achei chato, datado! Não conheço muito da banda.

30 Seconds to Mars - sou suspeito pra falar. Amei. Show incrível. Melhor que a outra aparição no RIR. Energia, som, carisma.

Red Hot fechando o RIR - Empolguei-me no início. Mas sempre durmo no final. Red Hot definitivamente não me empolga ao vivo.



ACABOU!!!