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segunda-feira, 9 de setembro de 2024

O poeta está vivo! Viva Cazuza!

 

Na segunda-feira, dia 2/09, em um evento fechado no Rio de Janeiro, teve o lançamento do box do Cazuza, composto por dois livros: "Meu Lance é Poesia", que inclui 238 poemas de Cazuza, sendo 27 inéditos encontrados no acervo tão bem cuidado de sua mãe, Lucinha Araújo, e "Protegi teu nome por amor", que é uma fotobiografia com mais de 700 imagens. Muitos artistas compareceram ao lançamento, como Gilberto Gil, Elymar Santos, Léo Jaime, a cantora Joana e o ator Daniel Oliveira, que interpretou Cazuza no cinema. Paulo Ricardo fez um Pocket Show onde apresentou algumas versões para as canções de Cazuza, que ele lançou em um EP, em 2018. 


E no dia 5/09, teve o lançamento para o público em geral na Livraria da Travessa, no Leblon. Estavam lá para autografar as obras, o escritor e poeta Ramon Nunes Mello, que é o organizador do acervo e que, durante um ano, debruçou-se sobre o vasto material de Cazuza; e Lucinha Araújo, a mãe do nosso poeta do rock. Foi uma noite especial e eu pude conferir o resultado deste trabalho muito interessante que ajuda a manter viva a obra do Cazuza. O box é uma realização da editora WMF. 

Dia 9/09 foi a vez de São Paulo receber o lançamento da obra na Bienal do Livro, no Salão das Ideias. 
























terça-feira, 7 de maio de 2024

VERDADES SOBRE A MADONNA

 


AINDA SOBRE MADONNA - Por Raul Franco


O que falar agora quando o furacão já foi? (Uns vão dizer: “Graças a Deus”, é claro. Os mais radicais e repletos de remorsos infundados dirão “Não sei para que veio”. E mais: “Não volte nunca mais”). Mas ela veio e fez história, agradando ou desagradando. E que impactante a não unanimidade! Afinal, como diria Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra”. 


Quero falar do ícone Madonna, da imagem, do símbolo… antes, vale dizer: “Nunca fui tão fã de Madonna assim”. Nunca mesmo. Mas acompanhei a sua trajetória e sucessos. Amo Live to Tell e Like a Prayer (e nesse show as duas músicas estavam coladinhas! Eeeba). E até chegava a dizer: “Prefiro Michael Jackson. Muito melhor”. E teve esse momento em que o mundo se rendia a esses grandes espetáculos, de luzes, som, coreografias e fantasia. Com o passar do tempo, recebia informações da Madonna por um parceiro de cena, um fã alucinado, que canta todas as músicas e faz as coreografias. Tanto que em uma das versões da minha peça “Casal Consumo” abríamos com uma música da Madonna. E foi incrível.  E também fiz outra peça, “Na Cama com Tarantino “, que pegava cenas dos filmes do Tarantino, como a famosa cena de “Cães de Aluguel”, onde assaltantes de banco discutem sobre do que fala a canção “Like a Virgin”. Muito bom. 


E Madonna está aí… O Michael Jackson se foi… infelizmente. Mas nem devemos realizar uma comparação infértil que enfatiza preferências. Não se traá disso. Mas são ícones. Madonna se manteve em uma carreira que já dura quatro décadas. Como se manter relevante por tanto tempo? Ela que abriu tantas portas na base da porrada mesmo. E mostrou que uma mulher forte, independente, dona de si, pode vingar na indústria do pop por muitos anos. E ela busca conciliar o mundo? Talvez… mas o nosso mundo é contraditório, careta, e muitas vezes, imbecilizado, ainda mais agora rendido a um aparelhinho de celular que dispara Fake News em uma velocidade estonteante. 

Então, Madonna não quer conciliar p#rra nenhuma. Ela quer fazer a sua arte e ter direito a isso. Ela que foi bombardeada ao longo dos anos por diversas pessoas, incluindo Camille Paglia (que tanto fez a minha cabeça nos anos 90) que a acusou de ser, algo como, um desserviço ao feminismo. Madonna refletiu sobre isso, discursou sobre isso e disse, no fim das contas, que, talvez, ela seja um outro tipo de feminista. Aliás… hoje o caos se dá quando muita gente ouve a palavra “feminismo”. Mais uma contradição, fragilidade e dicotomia desse mundo tão bizarro. 


Em suma, Madonna continua relevante, mesmo que nos últimos 20 anos não tenha lançado um disco tão bom quanto os seus primeiros. Continua sendo relevante por ter aberto portas para que outras artistas surgissem… parodiando Raul Seixas “Ela que foi a primeira e já passou tanto janeiro… mas se alguns querem… ela vai voltar”. 


Como Maria Madalena, ainda recebe pedradas e condenação. E é muito interessante ser amada e odiada na mesma intensidade. Chamada de velha… olha o etarismo nosso de cada dia!!!… e tem vídeo dela nem aí, dizendo… “Me chamam de velha. Quando vocês chegarem aos 65 a gente conversa”. E a “velha” está aí, causando. Dona do seu corpo. Coerente com tudo que já fez. Madonna é o tapa na cara do patriarcado. Cospe no machismo com elegância e um pouco de vulgaridade… por que não?! Madonna é uma mulher que goza… eba (beijos Flaira Ferro: “não tem coisa mais bonita nem mais poderosa do que uma mulher que brilha, do que uma mulher que goza”). E isso até me lembra um filme chamado Histeria (2011), onde as mulheres que eram diagnosticadas com histeria tinham como solução o gozo, o orgasmo. Aí estava a cura. O filme conta, inclusive, que a partir daí se deu o surgimento dos vibradores. Então, na incompetência do mundo masculino, que a mulher tenha o seu vibrador e goze, goze muito. A mulher com o seu gozo em dia não quer guerra com ninguém. E Madonna é essa mulher que goza, uma mulher orgástica dona do seu próprio orgasmo… ah, aí vem falar de “energia satanista”... ah, faça-me o favor! Não vem com citações bíblicas ou dizer que Deus condena isso. Deus tem mais o que fazer do que se preocupar com o show da Madonna. Por isso que se diz que Deus é até legal, o que mata é o fã clube. Madonna estava no seu show, fazendo a sua arte. Cobrem do pastor que estava no púlpito da igreja, dizendo que chama a filha de gostosa e que roubou um beijo seu. Cobrem lá. Isso sim. “Ah, isso é um absurdo para as nossas crianças”. Que criança estava acordada 22h30, vendo Madonna??? Aí é problema dos pais. 


Olha, bom mesmo ter tido Madonna aqui pra ver máscaras caírem e a hipocrisia reinar. O nosso mundo ainda está doente em N sentidos… nem vou mais esmiuçar ou citar coisas aqui. No entanto, se o nosso mundo está doente, que tenhamos válvulas de escape… que tenhamos Madonna. Posso dizer que fui a um show da Madonna e que dancei na areia de Copacabana e vi meus ídolos Cazuza, Renato Russo, Freddie Mercury e Caio Fernando Abreu no telão na linda homenagem em Live To Tell. E vi Michael Jackson e Madonna dançado juntos… A arte os aproximou e aproxima - ícones do nosso tempo. E quanto mais eu vejo e leio comentários discrepantes sobre ela e o seu show, mas eu fico fã de Madonna, essa adorável Vaca Profana. Que ela derrame o leite bom em minha cara e o leite mau na cara dos caretas. O resto é silêncio. 










segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Rock In Rio 2022

Rock'n'Rio

Hahaha... Ok, não fui pra este Rock'n'Rio. Esta minha foto é da edição de 2019. Eu queria tanto ter ido, mas não deu. Amo festivais de música. Mas nessa edição eu estava ensaiando direto e não sobrou um tempinho (e $ também rsrs) para ir até a cidade do rock. Acompanhei pela TV o que pude. Corri pra ver shows que foram postados no YouTube e que não pude ver na hora que rolou.
Bom, de cara digo que achei esta edição a mais fraquinha, com pouca coisa surpreendente. Pra começar, vou falar de ontem. O dia de ontem foi o dia que menos combina comigo. Assisti alguma coisa e o que vi acho pasteurizado demais, com pouca inventividade, tanto em música como em show. É o caso da Rita Ora. Que show mais morno, meu pai! Parece que só levantou quando entrou Pablo Vittar. A rapper que entrou depois fez um show simples e com algumas barrigas, que foi quando ela chamou a plateia no palco. Mas a noite fechou maravilhosamente bem com Dua Lipa (queria muito ver o show dessa menina e gostei. Acho-a talentosa e com hits poderosos).
Agora vou falar no geral. Gente, o que foi o show do Coldplay???? Cara, inenarrável. Surpreendente do começo ao fim. E foi uma noite de intensa chuva. O vocalista tirou de letra e se conectou com a plateia. Noite linda
Billy Idol foi um show que não deu liga. E ele até se perdeu na letra e no tom de Eyes Without a Face (a famosa "vou ajudar um peixe"). Uma pena.
Green Day foi legal pra mim. Apesar de ser uma banda dos anos 80 eu não tenho muita familiaridade. Mas gostei do som e da energia.
Iron Maiden foi o primeiro show que assisti. Dei uma pausa no meu ensaio e fui conferir. E acho impressionante a força, o vocal e a energia de Bruce Dickinson. Com certeza, um dos maiores frontmans da história do rock. Show perfeito. Com performances, surpresas e música f#da.
Guns'n'Roses. Vale pela lenda. Acho que só estar na Cidade do Rock e ver o Slash solando acordes clássicos já vale o ingresso. E tem a nostalgia pra quem é fã. Apenas isso.
Gente, a tal da homenagem ao Rock In Rio 1985 achei constrangedora. Pra começar com o nervosismo de Ivan Lins. Se não fosse o Xamã puxando palmas teria sido pior. Falha no som, combinações desencontradas. Tudo bem, valeu a intenção
Cara, eu me surpreendi com Djavan. Que show lindo. Pura energia e coisas especiais compondo a apresentação. Valeu tudo que rolou.
Maria Rita também fez um show poderoso, com energia e vontade de estar no palco.
Jessie J. estava nesse festival, sabiam? Cara, não ouvi ninguém falar dela. E é uma cantora que amo. E posso dizer que foi a melhor cantora desse festival, tá? E a colocaram numa quinta no palco Sunset. Essa merecia o Mundo, sem sombra de dúvida.
Justin Bieber. Foi um cara que me ganhou na pandemia e passei a prestar mais atenção. Achei bonito o show, principalmente pela mensagem que ele passou. E acho que, mesmo com todas as dificuldades pelas quais ele está passando, deu conta do recado. E a sua banda é muito boa. Músicos extremamente competentes.
Agora bandas que queria muito ver e que amei.
Maneskin. Que energia linda e espontânea dessa banda. Puro rock e alegria. Não fizeram feio nessa estreia no Rock'n'Rio e ainda tocaram o hit que bombou no TikTok: Beggin'.
Bastille. Minha nova banda favorita. Que show, que canções, que esplêndida performance. Gostei de tudo.
Agora tivemos mais uma vez Capital Inicial. É a oitava vez que eles tocam no festival. Legal. Mas achei mais do mesmo. Nenhuma surpresa. Tudo igual. Hits que levantam a galera, mas ok. E só.
Bom, acho que eram essas coisas que eu gostaria de falar. Minhas impressões. E, escuta Universo, em 2024 eu vou em pelo menos 3 shows, pra comemorar meus 50 anos. Kkk
Ah, e Anitta sendo irônica?! Acho que deu uma inveja nela ao ver Ludmilla brilhar rsrs Deixei Ludmilla por último só pra fazer este comentário. Kkk

 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

CARNAVAL



CARNAVAL E EU - by Raul J. Franco


Taí, duas coisas que não se misturam: eu e carnaval. É tipo um vegano em uma churrascaria. Nunca entendi muito o propósito. Sempre me sentia como um ET a cada vez que tentava curtir essa alegria alucinada como se não houvesse amanhã. Foda que sempre tem o "amanhã".
Acho que você tem que ser da folia mesmo para aproveitar. Eu, na verdade, tenho uma certa dificuldade com essas aglomerações onde as pessoas estão insanas. Carnaval pra mim é um bode, assim como Copa do Mundo. Não gosto das duas coisas. Ou seja, nesse quesito de gostar de samba e futebol como característica da alma brasileira, passei mil vezes longe. E não é porque agora estou mais velho. Acho que sempre foi assim. Ficar fantasiado, segurando uma lata de skol e cantando "alalaô, ô, ô, ô / mas que calor ôôô" definitivamente não me apetece. Acho que sou muito crítico. E se estou com a porra do calor, fico em casa na porra do ar-condicionado. Ficar cantando que tá calor não vai mudar nada. rsrs
Muitas vezes só me via forçado a ir em carnaval por conta de namoradas. E tive uma que era alucinada por carnaval. Se tivessem 3 blocos por dia, ela queria ir nos três. Vocês não imaginam como eu sofri. E foi um namoro loooongo. Ou seja, tive 7 carnavais ao lado dessa pessoa. Nossa, como era difícil pra mim esse período de carnaval. Fui muitas vezes com ela para os tais blocos. E era foda. Porque, na maioria das vezes, eu estava lá, meio que deslocado, com cara de Monalisa cagada. E não era muito justo. Porque é muito chato você ir para uma festa e a outra pessoa ficar com cara amarrada. Algumas vezes, eu conseguia fugir, quando a gente brigava. Então, eu bradava: "Então, vou poder ficar em minha casa, vendo filmes. Vai, some pro teu carnaval". E ela ia e eu ficava feliz. "Ufa, escapei dessa vez" - pensava.
Faz tempo que eu não tenho mais essa chatice de ter que ir para um bloco. O que é libertador. Afinal, é muito doloroso a gente se forçar a fazer algo sem vontade. Eu não combino com carnaval e essa é a verdade. Até já me fantasiei, tentei embarcar, mas não é minha praia.
Hoje posso dizer que estou vivendo o meu melhor carnaval dos últimos 20 anos. rsrs Um silêncio sepulcral em meu apartamento. Nada de cuícas ou surdos. E sigo trabalhando, lendo, produzindo. E feliz! Alalaô ô ô ô ô, obrigado, meu senhor ô ô ô!
Mas já me divirto ao ver fotos dos amigos fantasiados, pulando, cantando marchinhas de cem anos atrás... rsrs Isso já é o máximo da minha folia voyeur.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Notas sobre um processo criativo!!!


CRIAR 

o ato da criação envolve sofrimento. mas você tem que partir pra cima e ter o domínio das coisas.

é cansativo. desgasta. mas é como se morrêssemos por algo maior. morrêssemos em prol da arte...


O CURTA


Uma breve história sobre algo que estou fazendo

Muito feliz de ver como as coisas vão acontecendo. Um dia, em um bar, eu disse para a Adressa Koetz: "A gente vai filmar alguma coisa junto". E batemos com as mãos. 

Raul Franco e Adressa Koetz
E quando eu faço um pacto com alguém, eu cumpro.

Uma vez também, fiz um trabalho com o Aldo Perrotta e pensei: "Gostei desse cara. Quero fazer outra coisa com ele". Um cara talentosíssimo, boa pessoa e divertidíssimo!

E o Alair Ferreira foi um cara que conheci em um trabalho que eu fazia. Depois montamos um quadro do Menudo que era engraçadão. rsrs Coisa de loucos.

E tem a minha namorada também: Bárbara Campos, de quem sou fã. Ela vive de fotos, fotos, fotos. rsrs Pensei: ela tem que explorar isso de outra forma. Pensar em fotografia de cinema, sei lá. E quando você namora muito tempo alguém, você tem que ter outros projetos com a pessoa para não cair na rotina. rsrs E a gente sempre inventa alguma coisa. Ela me alimenta de todas as formas. E aguenta o meu mau humor nas horas em que estou tenso. 


Raul Franco e Bárbara Campos
O que sei é que nesses seis dias de filmagens loucas a gente vai pensando em tantas coisas. Vai transformando o olhar, vai aprendendo, principalmente da forma que foi. Eu com o meu diário, pensando em coisas. Dormindo tarde, pensando no filme. Reescrevendo cenas, pensando em novas. Sem parar em nenhum momento.

E as coisas são difíceis. O bom é quando temos amigos que vão estar junto contigo no sonho. E vão acreditar no que você propõe. E no meio do caminho sempre tem algo que vai dar errado. E o bom é quando as coisas se acertam por si só. Como, por exemplo, a entrada do Alair no filme. Um outro amigo meu ia fazer. Mas não pode no dia que marcamos a filmagem. Estávamos sem ator. E, de repente, no dia de uma outra filmagem, encontro o Alair e falo do filme. Ele se empolga e diz: "Gostei desse personagem". Pronto, não deu outra. Foi ele quem fez.


Aldo Perrota
Com o Aldo foi a mesma coisa. Eu tinha falado com um amigo e ele também não pode. Logo pensei no Aldo. E eu sabia que as cenas que ele faria, uma delas o começo do filme, seria a última coisa que iríamos fazer. Eu queria assim. Queria trabalhar a construção do personagem Ana, da Adressa. E ela se jogou de cabeça. Com certeza, foi algo que foi se construindo muito mais por esforço dela. E eu fiquei feliz, muito feliz de ter escolhido a pessoa certa. 

Tem também a cantora Yanna que a Adressa falou que podia fazer ou propor alguma coisa musical para o filme. Mandei o roteiro e algumas montagens brutas do filme para ela ter uma ideia. Ela não me retornou. Pensei: "Não gostou". Aí em um outro dia, almoçando com Adressa e Bárbara, falo com Yanna e ela diz que só depois viu que meu e-mail estava no spam. Coisas internéticas! rsrs Mas no papo senti uma energia muito boa e vi que algo podia fluir.

O filme tem outras duas músicas que eu não podia abrir mão. O filme nasceu das imagens que elas me passavam. // Não conseguimos nos encontrar com Yanna. Mas a Adressa me deu um CD dela. E eu fui ouvir, já pensando na pessoa astral com quem falei ao telefone, torcendo para gostar das músicas. E adorei o CD. Uma das músicas acabou meio que virando o tema do filme. Conselho: ouçam essa cantora. 




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Virei a noite trabalhando. Estou esgotado. E ao mesmo tempo embasbacado com a cena que fizemos ontem. De uma delicadeza e de um humor sem igual. E conseguimos o resultado. Quase que ela fica fora da montagem do filme que fiz ontem Afinal, o filme já estava enorme e ainda faltando cenas que não filmei. Mas como sou teimoso, lá pelas 5h resolvi montar tudo de novo. Eu queria ver se eu conseguia comunicar o que eu pensei quando escrevi o roteiro. Fiz o trabalho. E tombei no sofá. Ainda não vi como ficou. Espero gostar quando eu for ver! rsrs

Com certeza, isso pode não ser a melhor coisa que farei. Mas por hoje foi o melhor que eu tinha a fazer. (E já quero novos dias de filmagem. Quero almoçar, falando de cinema. Quero ver filmes com a galera).

E digo: façam o que vocês pensam. Tenham amigos e sonhem junto. Vão em frente! Alguma coisa boa pode acontecer.

Essa é a minha vida. Esse é o meu filme. rsrsrs

Em breve!


Bárbara Campos, Raul Franco, Adressa Koetz e Alair Ferreira