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quarta-feira, 26 de março de 2008

EU TE AMO

quarta-feira, 12 de março de 2008

terça-feira, 25 de setembro de 2007

sábado, 18 de agosto de 2007

Sobre OS FANFARRÕES

JORGE LEÃO, que tem um site super-legal de divulgação dos trabalhos artísticos, etc (http://www.culturaelazer.com ), escreveu algo bem interessante sobre nós, OS FANFARRÕES. Gostaria de dividir com vocês:


Fanfarrões, a peça
O espetáculo marca o lançamento da Cia Os Fanfarrões, que se utiliza de várias linguagens para encenar quadros de humor, inspirados em grandes comediantes brasileiros.

Texto e direção: Raul Franco e Mineirinho de Maceió. Elenco: Cia Os Fanfarrões.
Teatro Candido Mendes (Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema – tel. 2267-7295).
Terça e quarta, 21h.

COMENTÁRIO DO EDITOR: Raul e Mineirinho fazem um espetáculo muito diversificado, com esquetes cuja convergência é o talento repleto de versatilidade com o qual interpretam cada personagem.
O resultado é o delírio do público ao longo da apresentação dos quadros.
É um espetáculo de humor que chegou para se firmar no cenário teatral.


sexta-feira, 17 de agosto de 2007

FOTOS DA ESTRÉIA DOS FANFARRÕES
NO TEATRO CANDIDO MENDES

DIA 14 DE AGOSTO DE 2007




OS FANFARRÕES COM MARIA VALENTIM E FÁBIO FLORENTINO


MINEIRINHO DE MACEIÓ EM DOIS MOMENTOS: SIRLEY E BATMAN


RAUL FRANCO EM DOIS MOMENTOS: PANTOMIMA DO TRABALHO E MANOLO


ALAIR FERREIRA EM DOIS MOMENTOS: COMO JÚNIOR E COMO MENUDO


OS CORNOS


BATMAN E ROBIN NO NADO SINCRONIZADO



ORQUESTRA OLIVETTI



RECEBENDO OS AMIGOS



OS MENUDOS ESTÃO DE VOLTA - COM PARTICIPAÇÃO DE ALAIR FERREIRA


O SUCESSO ESTÁ NO AR! OBRIGADO A TODOS!

terça-feira, 24 de abril de 2007

Instante – raul franco

As consciências despertam depois que os espelhos se quebram
E as luzes da noite revelam

Pensamentos confusos, intimidades profundas
Cristais rebatendo imagens sombrias
E o silêncio falando com suas sábias palavras

A verdade está nos poros da vida
O que é sincero adormece conosco
como brasa incandescente

No fundo do espelho os olhos observam
a transparência da vaidade
Nada engana as próprias rugas
estampadas na face

O que é máscara, o que é mentira
dissolvem-se na fria percepção de tudo
Sabemos o que sufoca e o que denota cuidado
Agora tudo transborda e avisa
que as vicissitudes do ser mais uma vez estão despertas