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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Novidades mil vem por aí!

Sei, sei... Eu demoro a atualizar meu blog. É que são tantas coisas que faço no meu computador que me perco. Mas, de vez em quando, me acho também.

No momento, estou postando minhas coisas mais no Facebook, pelo imediatismo. A resposta é pá-pum. Antes eu era viciado em Twitter, mas com o Face a parada ficou bem mais divertida e eu tenho mais que 140 caracteres para usar (risos). Ou seja, posso me expressar melhor. Deixa a concisão para as piadas de stand up (mais risos).

Dia 18/11 fiz um show bem legal em BH, ao lado de Rodrigo Fagundes (Zorra Total) e Thiago Comédia. Foi uma noite bem legal, onde a plateia compareceu em peso e mostrou a sua intensa receptividade para com os artistas.

Abaixo algumas fotos dessa noite!






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Dia 4/12, OS FANFARRÕES farão a última apresentação do ano no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo. 
Já sabem, é 23h59 a hora que estaremos no palco para diversão geral.

Abaixo, imagens das noites paulistas com OS FANFARRÕES!






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Pra 2011 vem surpresa aí!!! Eu vou estrear meu novo solo! Em São Paulo. Logo, logo, vocês saberão de tudo.


E esse novo show vai ser de cara limpa! Nada de personagem. Apenas stand up comedy, pantomima e imitações!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Um poema sobre o caos no Rio de Janeiro



Rio do delírio e do medo – anotações além do cartão postal – Raul Franco

Escolha a sua arma
A guerra vai começar
De que lado você está?
Pra que lado podemos fugir?

Na TV as imagens não são de um filme
Tudo é real
e acontece a algumas horas daqui

Balas se cruzam no céu do Rio Maravilha -
Maravilhosa cidade iluminada por flamejantes disparos

Bagdá é aqui
Colômbia é aqui
O Vietnã está prestes a ressurgir
das sombras dos mortos de outra guerra

O bicho tá pegando
e eu me pego perdido
no vazio da cápsula da bala que foi deflagrada

Corre-corre
Motos em alta velocidade
Mortos pelo abismo da cidade além do cartão-postal

O inferno é aqui
agora que a Garota de Ipanema corre em desespero
e o negro samba
enquanto metralhadoras ditam o ritmo

Resignados, dobramos os joelhos
aos pés do Cristo,
esperando a necessária redenção

O Rio de Janeiro continua...
O Rio de Janeiro continua...
O meu desespero
O desespero de todos

Cidade nua
Asfalto de intranqüilidade
Cidade velada
Inundada pelo sangue de inocentes

Estamos à margem?
Imagem caótica maculando as manhãs

O Tropa de Elite 3 começou
Mas o sangue é de verdade
Não é groselha
Quem morrer... já era
Quem viver... perderá a inocência

Indecência aos olhos das crianças que fogem
agarradas aos pais que choram –
lágrimas que fecundarão um recomeço
a partir do tropeço das administrações

Eu vou cobrar, Cabral!
Eu vou cobrar, Cabral!
Esperando que um dia o bem vença o mal...



 

domingo, 14 de novembro de 2010

Dia 18/11 tem show em BH - todos lá

Dia 18 estaremos em BH para fazer a festa do riso. Não deixem de comparecer!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Espetáculo da Superação!

 
Sábado agora com OS FANFARRÕES foi o espetáculo da superação!

Cheguei em SP, às 14h30 do próprio sábado. Ainda estava com a bochecha inchada, devido a extração de dois cisos. Fiquei 3 dias de molho em casa, falando bem pouco. E quis me poupar para o espetáculo dos FANFARRÕES, às 23h59 no Ruth Escobar.

Cheguei a Pousada dos Franceses e fiz um daqueles macarrões que vem naqueles copos, onde você coloca água quente e pá, tá pronta uma refeição... instantânea. Ainda estava com receio de comer isso, porque passei a semana tomando coisas líquidas e pastosas. Mas como o macarrão fica macio, poderia correr tudo bem. E correu. Primeira etapa vencida.

Depois do macarrãozinho, fui dar uma dormida. Nem quis ousar participar do espetáculo solo de Mineirinho, Trem do Riso. Como disse, era necessário me poupar.

Quando digo que foi um espetáculo da superação, não estou falando apenas do meu estado, e sim também de Mineirinho, que passou a semana com uma virose, e teve que estar em SP antes de mim, porque no próprio sábado ele teve aula de dança solta para dar – meio-dia – e fez o espetáculo Trem do Riso, às 19h. Só nos encontramos às 22h na pousada, onde ele apareceu para uma relaxada.

23h seguimos para o teatro Ruth Escobar. Tomamos um energético e dissemos: “Seja o que Deus quiser”. Seria a primeira vez na semana que eu abriria a boca e falaria da maneira que estou acostumado a falar... Aceleradamente e com veemência. (Risos).

Mas, para minha surpresa, foi um dos melhores shows. A plateia estava maravilhosa e eu acabei me saindo bem. Mineirinho também estava atento a tudo e soltando suas últimas gotas de energia. 


O espetáculo acabou 1h25. Tivemos reunião, jantamos e, como de costume, 4h nos preparávamos para dormir. Detalhe: eu viajaria domingo, 8h50, para o Rio de Janeiro, saindo de Guarulhos. Teria que acordar 5 e pouco. Agora pergunta se eu consegui dormir. Não. Mil pensamentos e a alegria de quem conseguiu se superar numa noite de limitações.

Obrigado aos deuses do teatro. Ah, nem vou falar que no domingo estava mais uma vez pronto para outro espetáculo no Shopping da Gávea. Mas depois de sábado, o que viesse seria lucro. (risos). 


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um pouco sobre o amor!


Ode ao amor – Raul Franco

Já tive amores, paixões. E já joguei muita coisa fora por orgulho. Mas quando amadurecemos vamos compreendendo melhor as coisas da vida e vamos também compreendendo aquilo que realmente é soma, que é a nossa força no mundo.

E o bom é ver poesia nos olhos de alguém que, à princípio, você nunca tinha visto. Mas depois de cruzar o olhar, você sabe que vai querer ver aquela pessoa por muito e muito tempo em sua vida.

Eu sei amar de forma intensa. E sei também ficar sozinho muito bem. Sei me esconder, me cobrir com escamas invisíveis que me afastam do mundo. Mas pode-se fazer isso muito bem até uma certa idade. Depois, pode-se descobrir que o bom é compartilhar, não desperdiçar as reais e intensas chances de ser feliz com alguém a quem se ama.

Sei disso nas vezes que me deparo com atos e momentos sublimes. E sei que não posso desperdiçar o amor. O amor bate na porta de vez em quando. Devemos tomar cuidado para não estar com os ouvidos comprometidos quando esse “toc-toc” surgir.

E foi assim que, de repente, ele surgiu pra mim. E nesses casos o de repente tem a sua magia. Quando você pensa que já está numa fase de anestesia, o amor volta a brilhar como antes. Quando você pensa que continuará a navegar num mar de monotonia, um novo olhar te fisga e você segue bobo, cego, como um verdadeiro peixe buscando saciar a sua fome.

E nos lábios dela eu me saciei e pedi mais. Viciei-me nos olhos castanhos-claros que me diziam tanto sem que a boca esmiuçasse algum sussurro. Minha guarda se abriu como se um novo mundo estivesse a dois passos. Bastava caminhar leve e me entregar novamente, como eu já havia feito há algum tempo.

Amar não se desaprende. Às vezes, tua capacidade de amar é desafiada no ato sublime de um novo encontro - o que te faz forte, capaz de tudo. O sorriso volta com uma força que você pensava que não mais existia. E a primavera volta a ser todos os dias.

O resto é reinvenção constante. Girar a bola de fogo para que ela não se apague. Afastar qualquer possibilidade de mofo. E crescer juntos, como parte de um mesmo ser, ambicioso nas questões do amor.

Forte ficaremos a cada segundo que pudermos falar disso que nos amplia, que é luz, que é vida. Eu falo. Eu busco. E minha amada sabe que sempre poderemos ser melhores.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Um poema para começar bem o dia




Das coisas da vida

Sei que o amor é conquista diária.
Às vezes, dá um medo de perder e esquecemos de ganhar.
Quando a fase é transitória, é preciso ter paciência.
Esperar o tempo de voltar a ter os confetes na mão,
depois da quarta-feira de cinzas.
Tudo flui assim.
É a vida!

Mas podemos ser mais.
É só ter sabedoria.
E saber falar do que incomoda.
Pouca gente consegue.
Pouca gente se permite.

As bandeiras das mudanças estão hasteadas
Há tanto tempo no mesmo lugar.
Só é preciso atenção para vê-las
E sabê-las parte da evolução.
E tentar crescer, mesmo sem abrir mão
do que está ao lado.

Nem sempre tudo deve ser perdido.
Às vezes, precisa ser transformado.
Eu acredito em tantas coisas.
E sou frágil demais,
mesmo com uma carcaça de coragem extrema.
Eu, no fundo, sou menino.
Aprendiz da vida. Sempre.

E vou no embalo...
Como se na próxima curva
eu redescobrisse o quanto somos almas gêmeas...
O quanto tua força me faz melhor!
Ainda é cedo pra dizer que não avançaremos
alguns sinais vermelhos.
A vida é feita de provas.
Nossas rotas se fundem
nesse começo de felicidade plena.
De mãos dadas, de peito aberto,
toda noite é serena.
E juntos, teceremos estrelas
de um novo amanhecer.
É só começar!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Batalha dos Humoristas

Quinta agora participei mais uma vez do Show do Tom no quadro Batalha dos Humoristas. E como sempre foi muito divertido.

Estive com os talentosos: Thiagones, Rogério Morgado, Murilo Gun, Ben Ludmer e Renato Tortorelli.

Veja imagens desse dia:

No camarim com a galera

Ao fim do programa

No bastidor. Essa é a queridíssima Fabi - da produção

Um dos camarins