Publicidade
terça-feira, 25 de setembro de 2007
sábado, 18 de agosto de 2007
Sobre OS FANFARRÕES
JORGE LEÃO, que tem um site super-legal de divulgação dos trabalhos artísticos, etc (http://www.culturaelazer.com ), escreveu algo bem interessante sobre nós, OS FANFARRÕES. Gostaria de dividir com vocês:
Fanfarrões, a peça
O espetáculo marca o lançamento da Cia Os Fanfarrões, que se utiliza de várias linguagens para encenar quadros de humor, inspirados em grandes comediantes brasileiros.
Texto e direção: Raul Franco e Mineirinho de Maceió. Elenco: Cia Os Fanfarrões.
Teatro Candido Mendes (Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema – tel. 2267-7295).
Terça e quarta, 21h.
COMENTÁRIO DO EDITOR: Raul e Mineirinho fazem um espetáculo muito diversificado, com esquetes cuja convergência é o talento repleto de versatilidade com o qual interpretam cada personagem.
O resultado é o delírio do público ao longo da apresentação dos quadros.
É um espetáculo de humor que chegou para se firmar no cenário teatral.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
NO TEATRO CANDIDO MENDES
DIA 14 DE AGOSTO DE 2007

OS FANFARRÕES COM MARIA VALENTIM E FÁBIO FLORENTINO


MINEIRINHO DE MACEIÓ EM DOIS MOMENTOS: SIRLEY E BATMAN


RAUL FRANCO EM DOIS MOMENTOS: PANTOMIMA DO TRABALHO E MANOLO


ALAIR FERREIRA EM DOIS MOMENTOS: COMO JÚNIOR E COMO MENUDO


OS CORNOS


BATMAN E ROBIN NO NADO SINCRONIZADO


ORQUESTRA OLIVETTI


RECEBENDO OS AMIGOS


OS MENUDOS ESTÃO DE VOLTA - COM PARTICIPAÇÃO DE ALAIR FERREIRA
O SUCESSO ESTÁ NO AR! OBRIGADO A TODOS!
terça-feira, 24 de abril de 2007
As consciências despertam depois que os espelhos se quebram
E as luzes da noite revelam
Pensamentos confusos, intimidades profundas
Cristais rebatendo imagens sombrias
E o silêncio falando com suas sábias palavras
A verdade está nos poros da vida
O que é sincero adormece conosco
como brasa incandescente
No fundo do espelho os olhos observam
a transparência da vaidade
Nada engana as próprias rugas
estampadas na face
O que é máscara, o que é mentira
dissolvem-se na fria percepção de tudo
Sabemos o que sufoca e o que denota cuidado
Agora tudo transborda e avisa
que as vicissitudes do ser mais uma vez estão despertas
segunda-feira, 23 de abril de 2007
esquecer
não ver
desistir
não lembrar
não pensar
ignorar
não sentir
não querer
odiar
o que fui pra ela?
o que ela foi pra mim?
aceitar o nada
a perda de tempo
o sentimento desprezado
aceitar a derrota
o desvio da rota
o medo do futuro
não querer ver
não querer tocar
não querer outra vez admirar
pôr uma pedra
nunca tirar
deixar pra lá
até criar novo limo
atá a saudade sangrar
ela não me amou
porque não tinha tempo
me deixou esperando
por um sentimento
que não viria
ela me congelou no tempo da saudade
enquanto corria pela cidade
ignorante dos meus anseios
ninguém tem tempo
ninguém tem tempo
sempre a mesma história
ela dizia que não curtia nada
porque trabalhava demais
não via filmes, não lia livros
porque trabalhava demais
aposentou-se e ficou sem fazer nada
porque descansava demais
sem tempo
sem tempo
vida acelerada
sem tempo
sem tempo
vida abandonada
ele me disse que não tinha tempo
pra falar com seu pai
mas demorava-se na internet
com namoros virtuais
ele não tinha tempo, não tinha tempo
deu-se conta do desleixo
quando viu seu pai num quarto de hospital
queria dizer: pai, eu te amo
mas seu pai não teve tempo
de ouvir nenhum sinal
todos sem tempo
todos sem tempo
corrida desenfreada
todos sem tempo
todos sem tempo
pressa de fazer nada
nada
nada
nada